Novembro 2013

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A gente avisou que o blog é aleatório, né?

Posted on quinta-feira, novembro 14, 2013

Ok, então, todos avisados e de acordo: uma música!

Essa música traduz a adolescência, só acho! E é muito legal. Nunca pensei que fosse gostar tanto de The Offspring, mas é tudo que eu quero ouvir nos últimos dias.
Como tudo no Offspring, eu não sei se essa música é a real opinião de quem escreveu, se ela serve pra fazer rir, se ela é uma crítica ou tudo isso junto. Mas é uma música bastante expressiva, e acho que fico com a ideia da crítica, mostrando que as pessoas cultuam um ódio e um isolamento porque isso se tornou cool, virou moda. E isso é incentivado pela internet também, então, estou saindo (:


Cool To Hate
I hate a lot of things I hate a lot of people that are lame
I like to hate stuff, cause then I don't have to try and make a change
I hate teachers, I hate school,
I hate the cheerleaders and anyone who's cool (ya)
I hate the office, I hate the quad, don't wanna learn a thing
I wanna be a slob
CHORUS:
It's cool to hate, it's cool to hate
Don't like nothin' and I like that fine
It's cool to hate, it's cool to hate
Don't like nothin' and I like that fine
Don't like nothin' and I like that fine
Yeah I hate everything, I even hate you too, so FUCK YOU!
I'm always thinkin' bad, I never have nothin' good to say
I like to tear things down than build them up,
it's easier that way
I hate the jocks and I hate the geeks,
I hate the trendies but I also hate the freaks (ya)
I hate Dr. Martens and muscle tees
I'm only happy when I'm in my misery
CHORUS:
It's cool to hate, it's cool to hate
Liking something's just a waste of time
It's cool to hate, it's cool to hate
Liking something's just a waste of time
Liking something's just a waste of time
Yeah I hate everything, I even hate me too, so FUCK YOU!
BRIDGE:
I'll cut you down and give you lip
Being positive's so un-hip
I'll cut you down cause I'm a fool
Being positive's so un-cool

I hate the jocks, and I hate the geeks
I hate the trendies but I also hate the freaks (ya)
I hate your band, and I hate T.V
I'm only happy when I'm in my misery
CHORUS:
It's cool to hate, it's cool to hate
Don't like nothin' and I like that fine
It's cool to hate, it's cool to hate
Don't like nothin' and I like that fine
Don't like nothin' and I like that fine
Yeah I hate everything, I even hate you too, so FUCK YOU!!

E a tradução... 


Odiar é Legal
Eu odeio um monte de coisas Eu odeio um monte de gente que é sem graça
Eu gosto de odiar coisas
Porque aí eu não tenho que tentar ou fazer
Uma mudança Eu odeio professores
Eu odeio escola
Eu odeio felizes
E qualquer um que é legal
Eu odeio trabalho Eu odeio o Quad
Eu não quero aprender nada
Eu quero ser um desajeitado
Odiar é legal Odiar é legal
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Odiar é legal Odiar é legal
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Yeah, eu odeio tudo
Eu também te odeio Então foda-se
Eu estou sempre pensando coisas ruins
Eu nunca tenho algo bom pra dizer
Eu prefiro destruir as coisas
Do que construí-las
É mais fácil dessa maneira
Eu odeio as piadas
E eu também odeio os nerds
Eu odeio os seguidores de moda
Mas eu também odeio os esquisitos
Eu odeio Dr. Martens
E Muscle T's
Eu só estou feliz quando estou na minha miséria

Odiar é legal Odiar é legal
Gostar de alguma coisa é só perda de tempo
Odiar é legal Odiar é legal
Gostar de alguma coisa é só perda de tempo
Gostar de alguma coisa é só perda de tempo
Yeah, eu odeio tudo
Eu também me odeio
Então foda-se

Eu te cortarei e te dar uma boca
Sendo positivo é tão unhip
Eu te cortarei porque eu sou um idiota
Sendo positivo é tão chato

Eu odeio as piadas E eu também odeio os nerds
Eu odeio os seguidores de moda
Mas eu também odeio os esquisitos
Eu odeio a sua banda
E eu odeio TV
Eu só estou feliz quando estou na minha miséria

Odiar é legal
Odiar é legal
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Odiar é legal
Odiar é legal
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Eu não gosto de nada e desse jeito está bom
Yeah, eu odeio tudo
Eu também te odeio
Então foda-se

OBS.: que m*** de clipe é esse, hein, Offspring?? haha
OBS. 2: Jan, você está intimado a ouvir essa música insistentemente e aprender a tocar ela, para que eu possa cantar e parar de procrastinar ouvindo ela mil vezes.
OBS. 3: Letra em inglês & português via http://www.vagalume.com.br/the-offspring/cool-to-hate.html

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Comoção com o uso de animais em pesquisas: mais que uma questão sentimental

Posted on segunda-feira, novembro 11, 2013



Fonte: http://goo.gl/NJqlrV

Geralmente, quando a mídia divulga amplamente um fato polêmico ocorrido em algum lugar distante no país, há uma comoção popular acerca do tema. Consequentemente, muitas pessoas surgem expondo os mais diversos pontos de vista. Não foi diferente com o caso da invasão de um laboratório em que eram realizados testes em animais, no interior de São Paulo.
O uso de animais em pesquisas científicas é motivo de questionamentos éticos, ao que se tem notícia, desde o século XIX. Apesar disso, desde que se descobriu a possibilidade de o homem dominar os animais (neste caso, por meios tecnocientíficos), esses seres são usados para os mais diversos fins e das mais diversas formas, muitas vezes cruéis e pautadas pela ideia de antropocentrismo, trazida, até mesmo, pela Bíblia, quando diz em Gênesis 1:28 “E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”.
Mas, então, se em tanto tempo o uso de animais não passou de um questionamento ético, com âmbito de aplicação fundamentalmente teórico, por que agora se resolve agir em defesa de alguns animais? Na verdade, existem ONG’s que lutam pela “humanização” do tratamento dos animais há bastante tempo. O que se verifica, entretanto, é que após séculos de testes com animais e da matança indiscriminada de bois, galinhas e porcos, o ser humano nunca esteve tão ligado aos animais que domestica como está hoje. Portanto, verifica-se que há, de fato, um sentimentalismo diretamente ligado a ações como a dos invasores do Instituto Royal (aquele do interior de São Paulo, mencionado anteriormente).
Porém, não se pode afirmar que tais ações derivam unicamente de um sentimentalismo, sem ponderações éticas e morais. Essas considerações são as que vêm transformando o Direito (que não é imutável, vale lembrar) em algo mais próximo da realidade atual, que supra os anseios da população e que contribua para o desenvolvimento saudável de uma nação. Assim, pode-se considerar que os invasores do instituto de pesquisas foram, inicialmente, motivados por questões sentimentais; uma opinião que, posteriormente, foi fomentada por uma visão ética fundamentada; e que, ao ser manifestada, pode contribuir de forma positiva na modificação ou criação de direitos – nesse caso, dos animais.
Portanto, o sentimentalismo – ruim por considerar alguns animais melhores ou mais importantes que outros – não deve ser visto como o único combustível de um ato tão brutal quanto a destruição de um instituto de pesquisa. Certamente muitos ativistas foram motivados pela pena que sentiam dos pobres cães da raça Beagle (que foram resgatados do Royal). Porém, geralmente esses movimentos são organizados por ONG’s que possuem um trabalho maior, pautado pela ética e pela igualdade de todos os seres, e não buscam apenas a atribuição de direitos a animais como os cães, mas também a todos os outros animais testados em laboratório, como ratos, coelhos e répteis (usados para fins didáticos).

(Texto escrito no dia  7 de novembro de 2013, como atividade de uma disciplina da faculdade)