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Sigh

Posted on terça-feira, julho 15, 2014

Eu sei que é bem chato encontrar um texto sobre uma pessoa falando sobre si mesma. Sei também que isso, muitas vezes, estraga a imagem de um blog. Portanto, se meu amado considerar pertinente, pode tirar essa postagem do ar no futuro. Mas sinto que preciso falar sobre algumas coisas sob a ilusão de que alguém vai ler e se importar.



Estou de férias desde o início do mês. Eu deveria escrever um artigo ao longo das férias. Porém, uma semana em casa se passou e eu ainda não consegui fazer absolutamente nada. Isso porque eu tirei um siso e cara: nunca mais eu duvido quando alguém diz que dói! É muito sofrimento! Uma semana inteira com dor de dente e - o pior - de cabeça. Meu prazo para o artigo é a amanhã e mal consegui começar ele. Estou com muita raiva disso, porque o artigo é sobre um tema que eu adoro: o da iniciação científica.
Além disso, queria sair, visitar amigas, passar tardes no sol, na casa da vó, andando de bicicleta pela cidade... Nada é possível. Mas, há luz no fim do túnel: hoje é o primeiro dia em que não sinto dor de cabeça! Ok, depois de muita medicação. Mas como é doce a ilusão de estar bem!
Mais do que um desabafo, um relatório de problemas, esse post tem um fim: me fazer tirar palavras de dentro de mim, perfeita e claramente como sempre foi, como um ensaio para a redação do artigo. Além do mais, as coisas estão melhorando. Vou caminhar um pouco no final do dia, estou lendo (surpreendentemente) com fluência um livro em inglês. Não é qualquer livro: é o primeiro livro da Sookie Stackhouse Mysteries!! *o* E... fiz deliciosos cupcakes semana passada que fizeram todos lamber os dedos ;D



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Cafés, produtos, serviços, McDonald's e um sonho

Posted on segunda-feira, maio 05, 2014


Foto de Mark Prince, Cofeegeek



    Fazer café não é somente extrusar um líquido preto de uma máquina cara. É muito mais que isso. As pessoas que fazem café precisam ter uma habilidade, uma vontade especial. Isso vale pra quase tudo que se faça e que se venda, não somente para esse exemplo gastronômico.

Tomo pouco café, mas tomo.
Fim de semana passado(a)  Há umas duas semanas eu fiz uma coisa bastante difetente do meu costume, tomei um capuccino do McDonald's. Não tomei todo meu capuccino. O café não era bom. No McDonald's não se exige algum gosto pelo trabalho, pelo contrário, o forte dessa rede é esse: você não precisa ser especial.



Foto de Ross Uber

     Ao tomar um café como aquele eu estou ofendendo meu paladar, ofendendo o trabalho da pessoa e prejudicando os outros que trabalham com isso. Tem muita gente que gosta de fazer café, que gosta de coziinhar, que gosta de fazer roupas, que gosta do que faz. É dessas pessoas que deveríamos consumir. Pois, em termos diretos, se dou dinheiro pra alguém que gosta do que faz, esse dinheiro é consequẽncia do seu trabalho, ele inclusive apoia a pessoa a  se manter fazendo aquilo, que já é mais bem feito porque é feito com vontade.

A pessoa que tem um trabalho que não gosta não é alguém errado ou que não mereça ser valorizada, essa pessoa seria certamente valorizada de verdade se pudesse estar realizando aquilo que gosta, que sente vontade, que tem interesse. Aí que entra a parte utópica do meu raciocínio: se colaboramos com quem ama o que faz e só com eles, os trabalhadores serão mais completos e felizes porque gostam do que fazem. Pelo menos é com esse propósito que deveríamos rumar como mundo, que os engenheiros e "fazedores" não façam algo que irá substituir uma pessoa e deixá-la desempregada, mas substituir uma pessoa para dá-la um trabalho mais valioso, mais fácil ou mais prazeroso. Esse é um dos papéis que vejo como trabalho do "fazedor" - aqui vos fala um futuro engenheiro que quer fazer um mundo um pouco melhor, só pra lembrar o porquê desse viés.

Um abraço, e deixo a ideia que quero passar resumida: Pense no que consome, isso é um "pequeno passo" para um mundo melhor. Tente valorizar pequenas coisas na vida, como o sabor do que é feito com carinho, como a luz do sol que nos aquece nos dias frios, tudo o que é de fato verdadeiro e SEJA verdadeiro =D

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Estou esrevendo de dentro de um ônibus, então perdoe-me a desconexidade das frases. (os primeiros parágrafos, principalmente. Terminei dias depois). Queria escrever bastante e elaboradamente, mas é melhor fazê-lo aos poucos, em pequenos Drops. Fica pior, mas fica mais legível e factível.

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Aventuras culinárias: bolo de morango com iogurte

Posted on sábado, fevereiro 23, 2013

Agora, no fim das férias, tenho buscado por receitas como uma viciada. Sim, segundo o Jan, estou viciada em procurar receitas e cozinhar coisas. Esta não é a primeira receita das férias, e sim, a última que fiz e, também, a que mais me empolgou. Ficou lindo, embora não tenha ficado como o esperado (embatumou um pouquinho) e também ficou muito saboroso. É uma receita que espero fazer muitas vezes. Peguei a receita aqui e o Jan me ajudou. Uma fôrma não foi suficiente e parece que o bolo tinha de ficar um pouco mais no forno... Gostei mais dele sem a cobertura, que é praticamente puro açúcar, e acho que a maioria de quem provou também achou isso. A manteiga não pode estar fria, porque isso dificulta bastante bater.

Bolo de iogurte e morangos frescos
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1 xícara de manteiga em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar
3 ovos
3 colheres de sopa de suco de limão
Raspas de um limão
2 ½ xíc. de farinha de trigo
½ colher de chá de bicarbonato de sódio
½ colher de chá de sal
250g de iogurte grego natural ou de baunilha
350g de morangos frescos cortados em cubos
1 xíc. de açúcar de confeiteiro
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Pré-aquecer o forno a 160ºC. Untar uma forma com manteiga e farinha. Peneire 2 ¼ de xic. de farinha, bicarbonato de sódio e sal. Junte as raspas de limão e reserve. Com uma batedeira, bata a manteiga e o açúcar até ficar leve e fofinho. Acrescente os ovos, um de cada vez, e junte uma colher de suco de limão. Alterne batendo a mistura de farinha e o iogurte, misturando apenas até incorporar.
Misture os morangos com o restantre da farinha (1/4 de xíc.). Misture gentilmente na mistura da batedeira.
Derrame a mistura na fôrma. Asse no forno pré-aquecido por 60 minutos, ou até que um palito de dente, quando enfiado no bolo, saia limpo.
Deixe esfriar por, pelo menos, 20 minutos na fôrma, desenforme e deixe esfriar completamente em uma grelha. Uma vez frio, misture as duas colheres de limão restantes e o açúcar de confeiteiro. Regue a superfície do bolo.